130 crianças
Ballet da Rainha
Aulas de balé para meninas e meninos do Complexo do Alemão e da Zona da Leopoldina.
PRDCandidato a Deputado Estadual
A voz jovem queo Rio precisa
Tem 24 anos, é bacharel em Direito e fundou o Instituto Imperatriz, que atende a Zona da Leopoldina e o Complexo do Alemão. Nasceu no Rio e foi criado entre a quadra da escola e o interior do estado.

Território
A bandeira da Imperatriz tem onze estrelas, uma para cada bairro da antiga Zona da Leopoldina. Quase todos ficam no mesmo ramal de trem. São esses onze bairros que João Drumond quer ver de volta na conta do estado.
A Zona Norte foi esquecida.Nosso povo não tem representante.

São onze estrelas nesse pavilhão.Ele sabe o nome de cada uma.
Instituto Imperatriz
Ele fundou o Instituto com a mãe, Cátia Drumond, durante a pandemia. Hoje o Instituto atende moradores da Leopoldina e do Alemão. Tudo gratuito, o ano inteiro.

Ainda não realizada
Aberta em março de 2026
Três projetos que dá para conferir um a um. Todos gratuitos, com turma, professor e resultado.
130 crianças
Aulas de balé para meninas e meninos do Complexo do Alemão e da Zona da Leopoldina.
4 medalhas
Sete atletas dos Complexos do Alemão e da Maré disputaram o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu Crianças e voltaram com quatro medalhas.
R$ 20 por dia
Cursos profissionalizantes para mulheres em situação de vulnerabilidade, a partir de 16 anos, com auxílio diário para elas conseguirem frequentar as aulas.
Do Alemão e da Maré para o pódio
Sete atletas do Instituto, moradores dos Complexos do Alemão e da Maré, disputaram o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu Crianças da CBJJ. Quatro subiram ao pódio, com a camisa do Instituto na mão.





Na sede do Instituto
Tudo gratuito
Rua Euclides Faria, 21, Ramos. Aberto a quem mora nos onze bairros e no entorno.
Economia criativa
Segundo João Drumond, o estado investe cerca de R$ 40 milhões no carnaval e a festa gera R$ 5 bilhões em arrecadação. Quem sustenta esse número é a costureira, o ferreiro, o serralheiro e o aderecista, que vivem do samba o ano inteiro e quase nunca aparecem.
Gestão
Como diretor financeiro da LIESA, participou da gestão que triplicou o repasse anual a cada escola de samba do Grupo Especial em dois anos.
Nós mais do que dobramos, nós triplicamos a arrecadação das escolas em dois anos.
Antes
R$ 5 milhões
Dois anos depois
R$ 15 milhões
Repasse anual a cada escola de samba do Grupo Especial, segundo João Drumond.
Plataforma
Oito frentes para a Zona Norte, construídas a partir do que já é feito na Leopoldina todos os dias.
O repasse prometido pelo estado às escolas atrasa, e quem sente primeiro é o fornecedor e o trabalhador do barracão. Passam o fim do ano sem saber como vão pagar as contas, e quase ninguém fala deles na ALERJ.
A política de segurança de hoje entra na comunidade só para bater e vai embora. Enquanto isso, a criança sem creche fica na rua, e é aí que o problema começa. Segurança não se resolve só com bala.
Falta creche para a mãe poder trabalhar. Falta escola em tempo integral. E falta mediador para a criança com autismo, que hoje fica sem o apoio de que precisa.
São onze bairros cheios de gente que não elegem ninguém. A região não tem quem a defenda na ALERJ nem em Brasília, e onde não há representante não chega recurso.
Saneamento básico é um direito garantido pela Constituição, e na favela ele não chega. E a fila da clínica da família, da UPA e do hospital é onde a doença simples vira grave.
Toda quadra fechada à noite é uma esquina a mais disputando a criança. Dá para formar atleta de alto nível dentro da comunidade, desde que alguém banque o professor e mantenha a porta aberta.
Cidades do interior perderam seus carnavais de rua, e a Região Serrana recebe muito menos turista do que podia. O turista deixa de vir por medo, e quem perde é a economia de cidades inteiras.
Quase todos os bairros da nossa bandeira têm estação no mesmo ramal de trem. Quem depende dele sabe o que é esperar no calor, na plataforma quebrada, sem informação.
Material de campanha
Duas páginas com as prioridades dele para a ALERJ, a trajetória antes da candidatura e os bairros onde ele levou demanda de morador ao poder público. É o mesmo jornal que circula impresso na Zona Norte.
2 páginas. Dá para ler no celular, imprimir em casa e mandar no grupo do bairro.
Trajetória
Seis anos de trabalho na escola e no Instituto, antes de qualquer campanha.
2020
Aos 18 anos, passa a atuar na diretoria da escola de samba de Ramos.
2020
Em plena pandemia, funda o Instituto com a mãe, Cátia Drumond, para atender quem estava passando dificuldade na Leopoldina. A escola virou ponto de apoio do bairro.
2023
Recebe a principal honraria da Câmara Municipal do Rio de Janeiro pelo trabalho social e cultural na Zona Norte.
2025
Eleito vice-presidente executivo da Imperatriz Leopoldinense. No mesmo ano, o Instituto recebe homenagem da OAB do Rio, subseção Leopoldina, pela atuação comunitária.
2026
O Instituto abre sede em Ramos, na Rua Euclides Faria, e amplia o atendimento para a Zona da Leopoldina e o Complexo do Alemão.

Fé e compromisso
Católico praticante, ele reza no Santuário de Nossa Senhora da Penha, uma das onze estrelas da bandeira. É a fé em que foi criado, no mesmo chão onde a comunidade dele reza e vive.
O Papa Francisco vem lembrando os católicos de que participar da vida pública é dever de quem tem fé, e não desvio dela. É assim que ele entende o serviço ao próximo: uma coisa que começa na missa e continua na creche que falta, na quadra fechada à noite e na fila do posto de saúde.
Tradição, respeito e serviço ao próximo.



Nas palavras dele
O ideal seria que não precisássemos de projetos sociais.O ideal seria que as políticas públicas funcionassem plenamente.Mas enquanto isso não acontece, esses projetos mudam vidas.
A gente vive numa região que não tem um deputado estadual, não tem um deputado federal para chamar de seu.
As pessoas sabem onde me encontrar e me cobrar caso eu não cumpra algo.Toda sexta e domingo eu estou na Imperatriz e eles sabem disso.
Sou um jovem que me considero pronto para a vida pública.Tenho a vontade de acordar cedo todos os dias, sem ter hora para voltar para casa.
As comunidades são grandes celeiros de talentos.O que mais existe é jovem com capacidade, inteligência e vontade de vencer.
Existe uma felicidade no cotidiano que quem olha de fora não consegue enxergar.É a alegria no bar da esquina, na conversa com os vizinhos, na vida da comunidade.
O potencial econômico das comunidades é enorme.O que falta é incentivo, qualificação e oportunidade.
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