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João Drumond25777

PRDCandidato a Deputado Estadual

JoãoDrumond

Número 2 5 7 7 7Digite na urnapara deputado estadual

A voz jovem queo Rio precisa

Tem 24 anos, é bacharel em Direito e fundou o Instituto Imperatriz, que atende a Zona da Leopoldina e o Complexo do Alemão. Nasceu no Rio e foi criado entre a quadra da escola e o interior do estado.

João Drumond de braços cruzados, com a Zona da Leopoldina e o Santuário da Penha ao fundo
Bacharel em Direito
PUC
Medalha Pedro Ernesto
Câmara do Rio, 2023
Nascido e criado
Zona Norte do Rio

Território

As 11 estrelasda Leopoldina

A bandeira da Imperatriz tem onze estrelas, uma para cada bairro da antiga Zona da Leopoldina. Quase todos ficam no mesmo ramal de trem. São esses onze bairros que João Drumond quer ver de volta na conta do estado.

A Zona Norte foi esquecida.Nosso povo não tem representante.
João Drumond, sobre a falta de representação da região
  1. 01RamosBerço da Imperatriz e casa do Instituto
  2. 02Manguinhos
  3. 03Bonsucesso
  4. 04Olaria
  5. 05Penha
  6. 06Penha Circular
  7. 07Vila da Penha
  8. 08Brás de Pina
  9. 09Cordovil
  10. 10Parada de Lucas
  11. 11Vigário Geral
João Drumond beija o pavilhão da Imperatriz Leopoldinense, em Ramos

São onze estrelas nesse pavilhão.Ele sabe o nome de cada uma.

Instituto Imperatriz

O trabalho de verdade

Ele fundou o Instituto com a mãe, Cátia Drumond, durante a pandemia. Hoje o Instituto atende moradores da Leopoldina e do Alemão. Tudo gratuito, o ano inteiro.

João Drumond entrega cesta básica a uma moradora durante a pandemia
Entrega de cestas na pandemia, quando o Instituto começou.
Atendimentos por mês, hoje
10.000
Meta com a estrutura nova
20.000

Ainda não realizada

Sede
Rua Euclides Faria, 21, Ramos

Aberta em março de 2026

O que o Instituto entrega, com nome

Três projetos que dá para conferir um a um. Todos gratuitos, com turma, professor e resultado.

  1. 130 crianças

    Ballet da Rainha

    Aulas de balé para meninas e meninos do Complexo do Alemão e da Zona da Leopoldina.

  2. 4 medalhas

    Jiu-jitsu de base

    Sete atletas dos Complexos do Alemão e da Maré disputaram o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu Crianças e voltaram com quatro medalhas.

  3. R$ 20 por dia

    Mulheres Mil, com o IFRJ

    Cursos profissionalizantes para mulheres em situação de vulnerabilidade, a partir de 16 anos, com auxílio diário para elas conseguirem frequentar as aulas.

Do Alemão e da Maré para o pódio

Sete foram.Quatro voltaram com medalha.

Sete atletas do Instituto, moradores dos Complexos do Alemão e da Maré, disputaram o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu Crianças da CBJJ. Quatro subiram ao pódio, com a camisa do Instituto na mão.

João Drumond com a equipe de jiu-jitsu do Instituto Imperatriz, na quadra em Ramos
A equipe na quadra da Imperatriz, em Ramos, antes de embarcar.
  • Lorran Domingos no pódio do Brasileiro de Jiu-Jitsu Crianças, de quimono preto e medalha, segurando a camisa do Instituto Imperatriz
    Lorran Domingos
  • Emanuelly Sophia em pé no pódio do Brasileiro de Jiu-Jitsu Crianças, de quimono preto e medalha
    Emanuelly Sophia
  • Rayara Soares sorrindo com a medalha do Brasileiro de Jiu-Jitsu Crianças no peito
    Rayara Soares
  • Ícaro de Araújo de quimono azul, segurando a medalha do Brasileiro de Jiu-Jitsu Crianças
    Ícaro de Araújo

Na sede do Instituto

O que a comunidadeencontra em Ramos

Tudo gratuito

Esporte e movimento

  • Jiu-jitsu
  • Zumba
  • Funcional
  • Alongamento
  • Pilates

Cultura

  • Balé
  • Samba no pé
  • Percussão
  • Cavaquinho e violão
  • Mestre-sala e porta-bandeira

Educação

  • Reforço escolar
  • Aulas de inglês
  • Marketing digital
  • Organização de eventos

Saúde

  • Atendimento psicológico
  • Clínica geral
  • Oftalmologia
  • Fisioterapia
  • Medir a pressão

Cidadania

  • Tirar documentos
  • Orientação jurídica
  • Corte de cabelo
  • Doação de roupas

Trabalho e renda

  • Costura criativa
  • Customização de fantasias

Rua Euclides Faria, 21, Ramos. Aberto a quem mora nos onze bairros e no entorno.

Economia criativa

O carnaval pagao que recebe, e mais

R$ 40 milhõesR$ 5 bilhões

Segundo João Drumond, o estado investe cerca de R$ 40 milhões no carnaval e a festa gera R$ 5 bilhões em arrecadação. Quem sustenta esse número é a costureira, o ferreiro, o serralheiro e o aderecista, que vivem do samba o ano inteiro e quase nunca aparecem.

Gestão

Ele já administroudinheiro de verdade

Como diretor financeiro da LIESA, participou da gestão que triplicou o repasse anual a cada escola de samba do Grupo Especial em dois anos.

Nós mais do que dobramos, nós triplicamos a arrecadação das escolas em dois anos.
João Drumond

Antes

R$ 5 milhões

Dois anos depois

R$ 15 milhões

Repasse anual a cada escola de samba do Grupo Especial, segundo João Drumond.

Plataforma

O que ele quer fazer na ALERJ

Oito frentes para a Zona Norte, construídas a partir do que já é feito na Leopoldina todos os dias.

Carnaval não é gasto, é investimento

O repasse prometido pelo estado às escolas atrasa, e quem sente primeiro é o fornecedor e o trabalhador do barracão. Passam o fim do ano sem saber como vão pagar as contas, e quase ninguém fala deles na ALERJ.

  • Levar ao plenário da ALERJ a defesa de quem faz o carnaval o ano inteiro, e não só do desfile
  • Cobrar que o repasse combinado com as escolas seja pago no prazo
  • Tratar a costureira, o ferreiro, o serralheiro e o aderecista como os trabalhadores que são

A favela não é violenta, é violentada

A política de segurança de hoje entra na comunidade só para bater e vai embora. Enquanto isso, a criança sem creche fica na rua, e é aí que o problema começa. Segurança não se resolve só com bala.

  • Enfrentar a raiz do problema, com creche, escola em tempo integral e esporte no contraturno
  • Priorizar investigação e inteligência em vez de operação de confronto no meio das casas
  • Proteger escolas e postos de saúde durante operações policiais

Creche, tempo integral e mediador

Falta creche para a mãe poder trabalhar. Falta escola em tempo integral. E falta mediador para a criança com autismo, que hoje fica sem o apoio de que precisa.

  • Cobrar do estado apoio às creches municipais, com horário para quem trabalha em turno
  • Expandir a escola em tempo integral na rede estadual da Zona Norte
  • Cobrar mediador para cada criança com autismo que precise, na rede estadual

Um representante para a Leopoldina

São onze bairros cheios de gente que não elegem ninguém. A região não tem quem a defenda na ALERJ nem em Brasília, e onde não há representante não chega recurso.

  • Colocar os onze bairros da Leopoldina na pauta permanente da ALERJ
  • Mandato presente na região, com agenda fixa, para a população poder cobrar
  • Fazer chegar o dinheiro do estado a uma região historicamente fora do mapa

Saúde e saneamento que chegam na ponta

Saneamento básico é um direito garantido pela Constituição, e na favela ele não chega. E a fila da clínica da família, da UPA e do hospital é onde a doença simples vira grave.

  • Cobrar do estado obra de saneamento nos pontos que alagam todo ano na Leopoldina
  • Reduzir a fila de exames e de consultas com especialista na rede estadual da região
  • Ampliar o acesso gratuito a atendimento em saúde mental na comunidade

Esporte que forma atleta e cidadão

Toda quadra fechada à noite é uma esquina a mais disputando a criança. Dá para formar atleta de alto nível dentro da comunidade, desde que alguém banque o professor e mantenha a porta aberta.

  • Destinar emenda estadual para manter quadra aberta com professor presente
  • Apoiar o atleta de base da Zona Norte que hoje larga por falta de condições
  • Defender que o estado firme convênio com os projetos sociais que já funcionam na região

O interior também é o Rio

Cidades do interior perderam seus carnavais de rua, e a Região Serrana recebe muito menos turista do que podia. O turista deixa de vir por medo, e quem perde é a economia de cidades inteiras.

  • Criar linha estadual de apoio aos carnavais de rua do interior fluminense
  • Cobrar que a verba estadual de cultura chegue aos municípios do interior e seja aplicada
  • Apoiar o turismo e a produção rural das regiões Serrana e Centro-Sul

A Leopoldina de volta ao trilho

Quase todos os bairros da nossa bandeira têm estação no mesmo ramal de trem. Quem depende dele sabe o que é esperar no calor, na plataforma quebrada, sem informação.

  • Cobrar do estado padrão de manutenção e segurança nas estações do ramal
  • Bilhete único de verdade entre o trem e o resto do transporte, com tarifa que caiba no salário
  • Acessibilidade e iluminação em todas as estações da Leopoldina

Material de campanha

O jornal da campanha,para ler e compartilhar

Duas páginas com as prioridades dele para a ALERJ, a trajetória antes da candidatura e os bairros onde ele levou demanda de morador ao poder público. É o mesmo jornal que circula impresso na Zona Norte.

2 páginas. Dá para ler no celular, imprimir em casa e mandar no grupo do bairro.

Trajetória

Como ele chegou até aqui

Seis anos de trabalho na escola e no Instituto, antes de qualquer campanha.

  1. 2020

    Começa na direção da Imperatriz

    Aos 18 anos, passa a atuar na diretoria da escola de samba de Ramos.

  2. 2020

    Nasce o Instituto Imperatriz

    Em plena pandemia, funda o Instituto com a mãe, Cátia Drumond, para atender quem estava passando dificuldade na Leopoldina. A escola virou ponto de apoio do bairro.

  3. 2023

    Medalha Pedro Ernesto

    Recebe a principal honraria da Câmara Municipal do Rio de Janeiro pelo trabalho social e cultural na Zona Norte.

  4. 2025

    Vice-presidente por aclamação

    Eleito vice-presidente executivo da Imperatriz Leopoldinense. No mesmo ano, o Instituto recebe homenagem da OAB do Rio, subseção Leopoldina, pela atuação comunitária.

  5. 2026

    A sede sai do papel

    O Instituto abre sede em Ramos, na Rua Euclides Faria, e amplia o atendimento para a Zona da Leopoldina e o Complexo do Alemão.

João Drumond ao lado da mãe, Cátia Drumond, aplaudindo apresentação na quadra da Imperatriz
Com a mãe, Cátia Drumond, na quadra da Imperatriz. Os dois fundaram o Instituto juntos.

Fé e compromisso

De joelhosno mesmo chão

Católico praticante, ele reza no Santuário de Nossa Senhora da Penha, uma das onze estrelas da bandeira. É a fé em que foi criado, no mesmo chão onde a comunidade dele reza e vive.

O Papa Francisco vem lembrando os católicos de que participar da vida pública é dever de quem tem fé, e não desvio dela. É assim que ele entende o serviço ao próximo: uma coisa que começa na missa e continua na creche que falta, na quadra fechada à noite e na fila do posto de saúde.

Tradição, respeito e serviço ao próximo.

João Drumond, emocionado, com o rosto entre as mãos, sentado num banco de igreja
João Drumond emocionado ao lado da imagem de Nossa Senhora, durante celebração na quadra
João Drumond de perfil, emocionado, durante celebração

Nas palavras dele

O que ele diz

O ideal seria que não precisássemos de projetos sociais.O ideal seria que as políticas públicas funcionassem plenamente.Mas enquanto isso não acontece, esses projetos mudam vidas.
João Drumond, sobre por que o Instituto existe
A gente vive numa região que não tem um deputado estadual, não tem um deputado federal para chamar de seu.
João Drumond, sobre a falta de representação da Leopoldina
As pessoas sabem onde me encontrar e me cobrar caso eu não cumpra algo.Toda sexta e domingo eu estou na Imperatriz e eles sabem disso.
João Drumond, sobre prestação de contas
Sou um jovem que me considero pronto para a vida pública.Tenho a vontade de acordar cedo todos os dias, sem ter hora para voltar para casa.
João Drumond, sobre a própria candidatura aos 24 anos
As comunidades são grandes celeiros de talentos.O que mais existe é jovem com capacidade, inteligência e vontade de vencer.
João Drumond, sobre a juventude da comunidade
Existe uma felicidade no cotidiano que quem olha de fora não consegue enxergar.É a alegria no bar da esquina, na conversa com os vizinhos, na vida da comunidade.
João Drumond, sobre o olhar de fora para a favela
O potencial econômico das comunidades é enorme.O que falta é incentivo, qualificação e oportunidade.
João Drumond, sobre trabalho e renda na comunidade

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