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João Drumond

PRDPré-candidato a Deputado Estadual

JoãoDrumond

Nada supera o trabalho de verdade!

Tem 24 anos, é bacharel em Direito e fundou o Instituto Imperatriz, que atende a Zona da Leopoldina e o Complexo do Alemão. Nasceu no Rio e foi criado entre a quadra da escola e o interior do estado.

Retrato de João Drumond
Fundador
Instituto Imperatriz
Bacharel em Direito
PUC do Rio de Janeiro
Gestão financeira
LIESA, 2024 a 2026

Território

As 11 estrelasda Leopoldina

A bandeira da Imperatriz tem onze estrelas, uma para cada bairro da antiga Zona da Leopoldina. Cada uma delas é também uma estação do ramal. São esses onze bairros que João Drumond quer ver de volta ao mapa político do Rio de Janeiro.

A zona norte foi esquecida. Nosso povo não tem representante.

  1. 01RamosBerço da Imperatriz e casa do Instituto
  2. 02Manguinhos
  3. 03Bonsucesso
  4. 04Olaria
  5. 05Penha
  6. 06Penha Circular
  7. 07Vila da Penha
  8. 08Brás de Pina
  9. 09Cordovil
  10. 10Parada de Lucas
  11. 11Vigário Geral

Instituto Imperatriz

O trabalho de verdade

Fundado com a mãe, Cátia Drumond, durante a pandemia, o Instituto atende moradores da Zona da Leopoldina e do Complexo do Alemão. Tudo gratuito, o ano inteiro.

Atendimentos por mês, hoje
1.000
Meta com a estrutura nova
5.000

Projeção, ainda não realizada

Sede em Ramos
Rua Euclides Faria, 21, Ramos

Aberta em março de 2026

130 crianças

Ballet da Rainha

Aulas de balé para meninas e meninos do Complexo do Alemão e da Zona da Leopoldina.

4 medalhas

Jiu-jitsu de base

Sete atletas dos Complexos do Alemão e da Maré disputaram o Campeonato Brasileiro Kids e voltaram com quatro medalhas.

R$ 20 por dia

Mulheres Mil, com o IFRJ

Cursos profissionalizantes para mulheres a partir de 16 anos em vulnerabilidade, com auxílio diário para elas conseguirem frequentar.

Na sede, em Ramos

O que a comunidadeencontra lá

Tudo 100% gratuito

Esporte e movimento

  • Jiu-jitsu
  • Zumba
  • Funcional
  • Alongamento
  • Pilates

Cultura

  • Balé
  • Samba no pé
  • Percussão
  • Cavaquinho e violão
  • Mestre-sala e porta-bandeira

Educação

  • Reforço escolar
  • Aulas de inglês
  • Marketing digital
  • Organização de eventos

Saúde

  • Atendimento psicológico
  • Clínica geral
  • Oftalmologia
  • Fisioterapia
  • Aferição de pressão

Cidadania

  • Emissão de documentos
  • Orientação jurídica
  • Corte de cabelo
  • Doação de roupas

Trabalho e renda

  • Costura criativa
  • Customização de fantasias

Rua Euclides Faria, 21, Ramos. Aberto a moradores da Zona da Leopoldina e do Complexo do Alemão.

Economia criativa

R$ 40 milhõesR$ 5 bilhões

Segundo João Drumond, o estado investe cerca de R$ 40 milhões no carnaval e a festa gera R$ 5 bilhões em arrecadação. Quem sustenta esse número é o costureiro, o ferreiro, o serralheiro e o aderecista, que vivem do samba o ano inteiro e quase nunca aparecem.

Gestão

Ele já administradinheiro de verdade

Como diretor financeiro da LIESA, participou da gestão que triplicou o repasse anual a cada escola de samba do Grupo Especial em dois anos.

Nós mais do que dobramos, nós triplicamos a arrecadação das escolas em dois anos.

Antes

R$ 5 milhões

Dois anos depois

R$ 15 milhões

Repasse anual a cada escola de samba do Grupo Especial, segundo João Drumond.

Plataforma

O que ele quer fazer na ALERJ

Oito frentes para a Zona Norte, construídas a partir do que já é feito na Leopoldina todos os dias.

Carnaval não é gasto, é investimento

Em 2025, milhões prometidos pelo estado não chegaram às escolas até dezembro. Fornecedor e trabalhador passaram o Natal sem saber como pagariam as contas, e nenhum deputado subiu à tribuna para falar deles.

  • Levar ao plenário da ALERJ a defesa da cadeia produtiva do carnaval, e não só do desfile
  • Cobrar que o repasse combinado com as escolas seja pago no prazo
  • Tratar costureira, ferreiro, serralheiro e aderecista como os trabalhadores que são

A favela não é violenta, é violentada

A política de segurança de hoje entra na comunidade só para bater e vai embora. Enquanto isso, a criança sem creche fica na rua, e é aí que o problema começa. Segurança não se resolve só com bala.

  • Enfrentar a raiz do problema, com creche, escola em tempo integral e esporte no contraturno
  • Priorizar investigação e inteligência em vez de operação de confronto em área povoada
  • Proteger escolas e postos de saúde durante operações policiais

Creche, tempo integral e mediador

Falta creche para a mãe poder trabalhar, falta escola em tempo integral, e falta mediador para as crianças com autismo, que hoje são muitas e não têm o apoio de que precisam.

  • Ampliar vagas de creche com horário compatível com quem trabalha em turno
  • Expandir a escola em tempo integral na rede estadual da Zona Norte
  • Garantir mediador para cada criança com deficiência que precise, na rede estadual

Um representante para a Leopoldina

São onze bairros densamente povoados que não elegem ninguém. A região não tem um deputado estadual nem um deputado federal para chamar de seu, e onde não há representante não chega recurso.

  • Colocar os onze bairros da Leopoldina na pauta permanente da ALERJ
  • Mandato presente no território, com agenda fixa e cobrável pela população
  • Destravar recurso estadual para uma região historicamente fora do mapa

Saúde e saneamento que chegam na ponta

Saneamento básico é direito garantido na Constituição que não se cumpre na favela. E a fila da clínica da família, da UPA e do hospital é onde a doença simples vira grave.

  • Cobrar drenagem e saneamento nos pontos que alagam todo ano na Leopoldina
  • Reduzir a fila de exames e de consulta com especialista na rede estadual da região
  • Ampliar o acesso gratuito a atendimento em saúde mental na periferia

Esporte que forma atleta e cidadão

Toda quadra fechada à noite é uma esquina a mais disputando a criança. Dá para formar atleta de alto nível dentro da comunidade, desde que alguém banque o professor e mantenha a porta aberta.

  • Manter quadras e espaços esportivos abertos com professor presente
  • Apoiar o atleta de base da Zona Norte que hoje larga por falta de condição
  • Convênio com os projetos sociais que já funcionam no território

O interior também é o Rio

Cidades do interior perderam seus carnavais de rua, e a Região Serrana segue subutilizada. O turista deixa de vir por medo, e quem perde é a economia de cidades inteiras.

  • Recuperar os carnavais de rua nos municípios do interior fluminense
  • Cobrar aplicação correta da verba de cultura que já existe, junto às prefeituras
  • Apoiar o turismo e a produção rural das regiões Serrana e Centro-Sul

A Leopoldina de volta ao trilho

Os onze bairros da nossa bandeira são onze estações de trem. Quem depende desse ramal sabe o que é esperar no calor, na plataforma quebrada, sem informação.

  • Cobrar do estado padrão de manutenção e segurança nas estações do ramal
  • Integração real entre trem, ônibus e BRT, com tarifa que caiba no salário
  • Acessibilidade e iluminação em todas as estações da Leopoldina

Trajetória

Como ele chegou até aqui

Seis anos de trabalho na escola e no Instituto, antes de qualquer campanha.

  1. 2020

    Começa na direção da Imperatriz

    Aos 18 anos, passa a atuar na diretoria da escola de samba de Ramos, onde a família trabalha há mais de cinquenta anos.

  2. 2020

    Nasce o Instituto Imperatriz

    Em plena pandemia, funda o Instituto com a mãe, Cátia Drumond, para atender quem estava passando dificuldade na Leopoldina. A escola virou ponto de apoio do bairro.

  3. 2023

    Medalha Pedro Ernesto

    Recebe a maior honraria da Câmara Municipal do Rio de Janeiro pelo trabalho social e cultural na Zona Norte.

  4. 2025

    Vice-presidente por aclamação

    Eleito vice-presidente executivo da Imperatriz Leopoldinense. No mesmo ano, recebe homenagem da OAB do Rio, subseção Leopoldina, pela atuação comunitária.

  5. 2026

    A sede sai do papel

    O Instituto abre sede em Ramos, na Rua Euclides Faria, e amplia o atendimento para a Zona da Leopoldina e o Complexo do Alemão.

Nas palavras dele

O que ele diz

O ideal seria que não precisássemos de projetos sociais. O ideal seria que as políticas públicas funcionassem plenamente. Mas enquanto isso não acontece, esses projetos mudam vidas.
João Drumond, sobre por que o Instituto existe
A gente vive numa região que não tem um deputado estadual, não tem um deputado federal para chamar de seu.
João Drumond, sobre a falta de representação da Leopoldina
As pessoas sabem onde me encontrar e me cobrar caso eu não cumpra algo. Toda sexta e domingo eu estou na Imperatriz e eles sabem disso.
João Drumond, sobre prestação de contas
Sou um jovem que me considero pronto para a vida pública. Tenho a vontade de acordar cedo todos os dias, sem ter hora para voltar para casa.
João Drumond, sobre a própria candidatura aos 24 anos
As comunidades são grandes celeiros de talentos. O que mais existe é jovem com capacidade, inteligência e vontade de vencer.
João Drumond, sobre a juventude da periferia
Existe uma felicidade no cotidiano que quem olha de fora não consegue enxergar. É a alegria no bar da esquina, na conversa com os vizinhos, na vida da comunidade.
João Drumond, sobre o olhar de fora para a favela
O potencial econômico das comunidades é enorme. O que falta é incentivo, qualificação e oportunidade.
João Drumond, sobre trabalho e renda no território

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